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Os
povos dizem que “a pátria não se vende,
a pátria se defende!”, “o petróleo
é dos
povos, não das empresas imperialistas!”, “o
gás é da Bolívia!”, “sem
milho não há País”, “seguridade
social, patrimônio nacional!”, “defesa das
empresas nacionalizadas!”, “defesa da Pemex!”,
“não à guerra, unidade da nação!”.
Por todas
estas razões os povos dizem “Não aos Tratados
de Livre Comércio” (...)
A resistência dos povos do continente manifesta-se claramente:
- na Venezuela apoiamos incondicionalmente as medidas do governo
para recuperar o controle de seus recursos naturais, defender
a PDVSA, avançar na nacionalização na
siderurgia, no cimento, defender a unidade e soberania da
nação. A meta central do governo dos EUA é
acabar com o processo revolucionário na Venezuela para
assegurar seu domínio no continente.
- na Bolívia e Equador se arrancam conquistas de soberania
nacional e, por isso há ameaças das forças
submetidas ao governo dos EUA, da mesma forma que estão
ameaçadas a soberania e as conquistas do povo cubano.
Por isso exigimos o fim imediato do bloqueio de Cuba!
- No movimento de resistência em defesa da Pemex no
México ...
- Na luta do povo negro dos EUA contra a limpeza étnica
levada a cabo o governo Bush a pretexto do furacão
Katrina em Nova Órleans...
- Na luta do povo dos EUA contra a guerra, contra o TLCAN-Nafta
e contra a criminalização dos imigrantes...
- Na luta que se dá no Brasil contra as privatizações,
em defesa do petróleo e pela retomada para o patrimônio
nacional da companhia Vale do Rio Doce.
- No movimento no Peru em que os trabalhadores anunciam uma
paralisação nacional contra o TLC e as privatizações
do governo de Alan Garcia sob ordens do FMI. (...)
O 2º Encontro Continental decidiu ajudar a forjar a unidade
da luta contra a política
de destruição imposta aos trabalhadores e povos
de todo o continente...
Para tanto, nos atos de 1º de Maio convocados por organizações
sindicais, sociais e
populares, participaremos sobre a base dos lemas do 2º
Encontro Continental, inclusive nos Estados Unidos, onde o
sindicato ILWU (estivadores costa oeste) convoca paralisação
de 8 horas contra a guerra no Iraque (...)
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