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Nossa
mensagem para a Colômbia é: apoiamos
nosso aliado democrático”, disse
Bush a Uribe após a invasão do
território equatoriano no dia 1º
de março.
Desestabilização e caos! Essa
é política do imperialismo estadunidense
na América do Sul e em todos os continentes.
O
ataque à soberania do Equador pelas tropas
colombianas, sob as ordens do governo Uribe,
títere de Bush, é a prova de que
o imperialismo está disposto a ir às
últimas conseqüências na sua
política de guerra para derrotar os processos
revolucionários no continente. É
a política de guerra do Estado sionista
de Israel, títere do imperialismo estadunidense
no Oriente Médio, que, em alguns dias,
matou mais de 100 palestinos civis, entre eles
crianças, na Faixa de Gaza.
Dois dias antes do ataque ao Equador, um alto
comandante militar dos EUA reuniu-se em Bogotá,
com a cúpula do exército para
“compartilhar informação
vital sobre a luta contra o terrorismo”.
Uribe justificou o bombardeio que matou 17 membros
das Farc’s no Equador, reivindicando a
resolução da ONU utilizada para
a guerra contra o Afeganistão.
O
imperialismo não economizará esforços
para isolar e derrotar a revolução
venezuelana e todos os processos em curso no
continente, onde os povos gritam por soberania
na luta para viver como nações
livres.
Com os nossos camaradas do Equador, dizemos:
“o imperialismo se serve de Uribe para
semear a guerra e enfrentamentos em todo o continente
(...) Nós trabalhadores e povos queremos
recuperar nossas riquezas”.
O imperialismo não pode suportar as medidas
de defesa da nação e dos interesses
do povo venezuelano tomadas pelo governo Chávez.
O imperialismo quer derrotar a luta do povo
boliviano que arranca conquistas e combate a
tentativa de dividir o país, quer derrotar
a luta da maioria oprimida do Equador para impor
à Assembléia Constituinte medidas
de soberania.
A
que serve o papel de “mediador”
a que Lula se propõe? “Na conversa
com Correa, interlocutores afirmam que Lula
sinalizou que o papel do Brasil é de
ser mediador e não tomar partido do Equador
ou da Colômbia (FSP 6/03)”. Sim,
é preciso tomar partido! Não haverá
paz e soberania no continente sob a batuta de
Bush e sua política imperialista. Estamos
ao lado de Chávez, quando afirma: “o
Equador contará com nosso incondicional
apoio” O governo Bush comandou a fraude
eleitoral em 2006 nas eleições
presidenciais no México contra López
Obrador, para que seu vassalo Calderón
assumisse a presidência. Bush não
pode tolerar que milhares de mexicanos tenham
se manifestado no dia 24 de fevereiro, contra
a privatização da PEMEX (estatal
do petróleo) e voltarão às
ruas em 18 de março quando completam
70 anos da nacionalização do petróleo,
convocados por López Obrador.
Na luta contra a opressão e a exploração,
os povos necessitam de unidade, através
de suas organizações. É
para ajudar nessa via que, no início
de abril, ocorre no México o Segundo
Encontro Continental, em defesa da soberania
e da recuperação, para as nações,
de tudo o
que foi privatizado e contra os Tratados de
Livre Comércio. Uma delegação
brasileira se somará as delegações
de diversos países do continente para
dizer:
na guerra de Bush, contra os povos, estamos
ao lado dos povos, estamos ao lado dos governos
Chávez e Correa contra o ataque imperialista.

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